Em 2024, enquanto concorria contra Kamala Harris pela presidência dos Estados Unidos, Donald Trump afirmou que poderia encerrar a guerra na Ucrânia em um dia. Dois anos depois, Steve Witkoff, enviado especial do país, tenta adiantar as negociações de paz no Leste Europeu, que permanecem inconclusivas. Nesta quarta (21), ele se encontrou com Vladimir Putin na Rússia após ter viajado à Ucrânia na terça (20). O futuro das discussões ainda é incerto, ao contrário do prazo marcado para as eleições de meio de mandato, que devem definir os novos representantes da Câmara e Senado dos EUA: 3 de novembro. A menos de duas semanas das eleições que poderiam diminuir o domínio do presidente atual nas casas, as tentativas de cumprir uma promessa antiga não passam de um movimento de campanha, na análise de Vitelio Brustolin. Professor de relações internacionais, ele analisou no Conexão Record News que Trump de fato se esforça para acabar com o conflito, “mas esses esforços não pressionam a Rússia a parar de atacar civis ou parar de bombardear cidades, hospitais e escolas na Ucrânia. A pressão é sobre o Zelensky, que depende da inteligência militar dos Estados Unidos”, afirmou. Brustolin concluiu que a suspensão irregular de uma lei que apoiaria a Ucrânia, unida aos acordos comerciais firmados com a Rússia, coloca o posicionamento de Trump como aliado de Zelensky tão incerto quanto as possibilidades de paz no Leste Europeu. Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Análise: na guerra da Ucrânia, Trump se esforça para pressionar Zelensky em vez de Putin
Análise: na guerra da Ucrânia, Trump se esforça para pressionar Zelensky em vez de Putin · Imagem: Source: noticias.r7.com