Osmar Stábile (Centenário do Sul, 27 de outubro de 1953) é um empresário e dirigente esportivo brasileiro. É o atual presidente do Sport Club Corinthians Paulista.
Biografia Osmar nasceu em Centenário do Sul, no estado do Paraná. Ainda jovem, mudou-se com sua família para a cidade de São Paulo, onde viveu grande parte de sua vida. Sua trajetória profissional foi dedicada ao ramo da indústria metalúrgica, onde atuou como empresário. Além disso, é sócio da empresa Bend Steel.
Sport Club Corinthians Paulista Durante a gestão de Alberto Dualib (1993-2007), ele foi vice-presidente de esportes terrestres. Osmar se candidatou à presidência do clube em 2007 e 2009, perdendo em ambas ocasiões para Andrés Sanchez. Em 2018, Osmar lançou candidatura ao cargo, mas abandonou e passou a apoiar Antônio Roque Citadini. A chapa acabou impugnada. Em 2023, Osmar foi eleito 1o vice-presidente e Armando José Terreri Rossi Mendonça, como 2o vice-presidente, na chapa de Augusto Melo, do grupo da oposição, a chapa encerrou a dinatia de 16 anos da Renovação e Transparência, liderada por Andrés Sanchez, sendo o último presidente Duílio Monteiro Alves. Em 2 de janeiro de 2024, tomou posse no Sport Club Corinthians Paulista para o triênio 24-26, em cerimônia realizada no salão Nobre do Parque São Jorge. Em maio de 2025, o Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou o afastamento de Agusto Melo da presidência do clube após o mesmo se tornar réu por associação criminosa, furto qualificado e lavagem de dinheiro em um caso envolvendo um contrato com a então patrocinadora VaideBet. Então, Osmar assumiu o cargo como presidente interino. Em agosto, os sócios do clube aprovaram em assembleia o impeachment de Melo em definitivo. No dia 25 de agosto de 2025, Osmar Stábile foi oficialmente eleito o 33o Presidente do Sport Club Corinthians Paulista após três meses como presidente interino, o mandatário segue no cargo até fim do mandato de Augusto, em 31 de dezembro de 2026. Porém, não demorou muito tempo para sua gestão começar a ser questionada, em 13 de maio de 2026, o Minitério Público de São Paulo, instaurou procedimento investigatório criminal para apurar a contratação, pelo Corinthians, de uma empresa de segurança supostamente irregular, aberta em nome de um funcionário do clube, pelo valor de R$ 676,6 mil. Já sob o comando do presidente Osmar Stabile, que assumiu provisoriamente em maio e definitivamente em agosto, o Corinthians pagou a Mega Assessoria Operacional Ltda para cuidar da segurança do clube. Foram emitidas três notas fiscais, de R$ 244.627,66, R$ 208.350,00 e R$ 223.650,00 para serviços de julho a outubro. A Mega, entretanto, não teria autorização da Polícia Federal para prestar serviço de segurança privada, nem teria assinado contrato formal com o Corinthians, segundo a portaria de instauração da investigação do MP. Constituída em 3 de julho de 2025, pouco mais de um mês após o afastamento do ex-presidente Augusto Melo e só dois meses antes de emitir a primeira nota fiscal ao Corinthians, a Mega está em nome de Fernando José da Silva, então gerente operacional do clube social e que hoje exerce a mesma função no CT Joaquim Grava. Para o promotor do MP, responsável por investigar ex-presidentes do Corinthians, há indícios de possíveis irregularidades. — As notas fiscais tornadas públicas são sequenciais, números 01, 02 e 03; demonstram, em pelo menos numa delas, o mesmo pagador e tomador de serviço; e podem gerar a ideia de retorno de dinheiro sacado, mormente porque é prática cotidiana no SCCP o adiantamento de valores em espécie ou o reembolso de valores através de notas fiscais frias — escreveu Conserino em um dos trechos da portaria de abertura de investigação. Em 3 de junho de 2026, um grupo de conselheiros e associados do Corinthians protocolou um novo pedido de impeachment contra o presidente Osmar no conselho deliberativo do clube.O documento aponta supostas violações estatutárias e legais relacionadas à contratação de empresas de segurança e pede o afastamento imediato do dirigente. Apesar do presidnete ter declarado publicamente que Nandão não era funcionário nem exercia qualquer função no Corinthians, o gerente operacional segue trabalhando normalmente no clube. A crise estendeu-se a seu vice-presidente, Armando Mendonça, que foi denunciado pelo Minitério Público de São Paulo por apropriação indébita agravada continuada, tentativa de apropriação indébita agravada continuada, furto qualificado pelo abuso de confiança e coação no curso do processo, pelo caso dos materiais esportivos da Nike. Em 08 de junho de 2026, seu vice-presidente pediu licença do cargo, por 30 dias, em meio ao escândalo de sumiço de materiais.
Referências